O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira (24) que a empresa Entre Investimentos, apontada pelas investigações da Polícia Federal (PF) como intermediária de repasses para um filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, recebia valores do crime organizado.
A declaração ocorreu após a terceira fase da Operação Carbono Oculto, realizada pela PF e pela Receita Federal, investigar a ligação entre a máfia dos combustíveis e o esquema de precatórios do Banco Master.
Segundo Durigan, o Grupo Entre recebia recursos do Banco Master e do crime organizado. “E esse recurso foi utilizado para ocultar patrimônio, para lavar dinheiro, para corromper”, afirmou.

