Por Anderson Luis
O vice-governador Geraldo Júnior (MDB) comentou sobre os Programas de Governo Participativo (PGP) estarem sendo usados como palanques eleitorais, tanto pela oposição liderada por ACM Neto (União Brasil) quanto pelos seus aliados.
Em agenda na noite desta segunda-feira (13), Geraldo negou que o evento governista seja utilizado como comício e destacou a escuta da população para melhorias nas áreas de infraestrutura, educação e saúde.
“Nós damos a oportunidade da escuta da sociedade civil, da sociedade empresarial, dos movimentos sociais. Apresentamos, neste novo Programa de Governo Participativo de 2026, das eleições: demonstramos as entregas que fizemos na infraestrutura, na educação, na saúde, na transformação da vida das pessoas, nos movimentos sociais e vamos fazer isso para 2026”, afirmou ao AsP.
Na semana passada, o PGP de Jerônimo Rodrigues, em Jequié, e o “Sua Voz É Nossa Voz”, de Neto, em Salvador, foram marcados por trocas de farpas envolvendo uma suposta dívida do governo estadual com a gestão da capital e debates e acusações sobre a culpa no sucateamento do transporte público de Salvador.
O vice-governador apontou também a ausência da participação da população no evento adversário.
“Essa escuta é uma escuta participativa, de participação popular, diferentemente do grupo deles, que não tem a plataforma digital, que estabelece apenas o discurso político, nós não. Nós ouvimos propostas. Se você acompanhar pelo nosso portal, nossa plataforma digital, quantas e quantas propostas foram apresentadas em Salvador, serão apresentadas na Região Metropolitana, iremos realizar, em Camaçari, o Programa de Governo Participativo da Região Metropolitana e estamos fazendo isso pelo interior do estado da Bahia”, completou.
Com informações da jornalista Cintia Kelly.

Anderson Luis é um estudante de jornalismo na Universidade Federal da Bahia – UFBA. Já atuou como pesquisador para o Atlas da Noticia e atualmente é estagiário do Aqui Só Política com Cintia Kelly.

