A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) informou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que a pistola Glock apontada pelo Exército como não localizada já havia sido apreendida pela Polícia Civil do Distrito Federal.
Segundo os advogados, a divergência decorre de um erro de digitação no número de série da arma. Enquanto o Exército registrou a identificação como BDFW477, o inquérito da Polícia Civil traz a sequência BOFW477. Para a defesa, trata-se do mesmo armamento.
A manifestação foi apresentada após o Exército comunicar ao STF que duas das oito armas que deveriam ser entregues não haviam sido encontradas. As outras seis foram encaminhadas à Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal.

