A Procuradoria Geral da República (PGR) defendeu a anulação da condenação do ex-presidente da Petrobras Sergio Gabrielli por superfaturamento em obras durante sua gestão.
Gabrielli comandou a estatal de 2005 a 2012, durante os governos Lula e Dilma Rousseff, ambos do PT.
De Salvador, Gabrielli foi condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por irregularidades em obras de ampliação e modernização da Repar (Refinaria Presidente Getúlio Vargas), em Araucária, no Paraná.
Segundo informações da imprensa nacional, o órgão identificou falhas na licitação, que teve o consórcio Interpar como vencedor, pagamento de propina a agentes públicos e preços acima do praticado no mercado, com superfaturamento superior a R$ 460 milhões.
Ele foi condenado por “conivência, imperícia, imprudência ou negligência”. Além de Gabrielli, outros dirigentes da petroleira e empresários foram responsabilizados.
Agora, a suspensão da condenação será julgada pelo STF. Ainda não há uma data definida para o julgamento no Supremo Tribunal Federal.

