Por Anderson Luis
A líder comunitária e quilombola Luana do Brasil comemorou, nesta quinta-feira (05), o arquivamento de um processo que tratava de lesão corporal envolvendo a vereadora Eliete Paraguassu (PSOL).
Em pronunciamento divulgado nas redes sociais, a suplente de deputada federal detalhou que o processo se referia a um ocorrido em julho de 2022, em Ilha de Maré. Ainda de acordo com Luana, após análise do Ministério Público, devido ao laudo pericial inconclusivo, foi reconhecida a falta de evidências para sustentar a acusação, uma vez que as lesões não puderam ser comprovadas.
A ativista também ressaltou sua inocência e agradeceu o apoio do advogado responsável por sua defesa, Ives Bittencourt.
“Durante toda a investigação sempre sustentei minha inocência. […] Ter um advogado preparado faz toda a diferença. Gratidão, doutor Ives, por toda dedicação e por conduzir esse processo com tanta responsabilidade”, publicou a quilombola.
Veja o pronunciamento:
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Na ocasião, Luana afirmou que a parlamentar também teria praticado transfobia, agressões e intimidação contra moradores da comunidade. Segundo ela, a comunidade estaria sendo alvo de ações judiciais com base em acusações que considera infundadas.
O AsP entrou em contato com Luana do Brasil e Eliete Paraguassu para mais informações, mas ainda não obteve resposta. O canal seguirá aberto para novos desdobramentos.

Anderson Luis é um estudante de jornalismo na Universidade Federal da Bahia – UFBA. Já atuou como pesquisador para o Atlas da Noticia e atualmente é estagiário do Aqui Só Política com Cintia Kelly.

