As ameaças feitas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de usar força militar em resposta à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro foram classificadas como “bravata” por integrantes da cúpula das Forças Armadas brasileiras. Segundo apuração da jornalista Andreza Matais, do portal Metrópoles, a avaliação entre generais é que, se houver reação de Washington, ela será por meio de sanções econômicas ou aplicação da Lei Magnitsky e não com caças ou navios de guerra.
A hipótese de um conflito militar, defendida por aliados de Bolsonaro como o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), é considerada improvável. Em entrevista ao colunista Paulo Cappelli, Eduardo chegou a sugerir o envio de caças F-35 e navios de guerra ao Brasil. Ainda assim, analistas ouvidos pelo Metrópoles, como a jornalista Monica Gugliano, afirmam que a retórica de Trump serve mais para fortalecer sua base política interna do que como ameaça real.

