O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça converteu na última sexta-feira (16) a prisão preventiva de Silvio Feitoza, investigado por fraudes no INSS, em prisão domiciliar. A decisão atende a pedido da defesa, que apontou quadro clínico grave e risco de morte do investigado, e contou com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Feitoza passou por cateterismo e angioplastia com implante de stent após diagnóstico de isquemia miocárdica causada por obstrução de cerca de 90% das artérias coronárias. Ele é investigado por supostas irregularidades em pagamentos de descontos associativos a aposentados e pensionistas do INSS e foi preso em dezembro de 2025. Segundo a investigação, Feitoza exercia funções típicas de diretor financeiro dentro do esquema liderado por Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, coordenando contas bancárias, pagamentos e negociações estratégicas.

