Um relatório da Polícia Federal aponta que Cecília Rodrigues Mota, investigada por participação em um esquema bilionário de fraudes no INSS, manteve em 2024 um padrão de vida considerado incompatível com sua renda. Entre janeiro e novembro, ela realizou 33 viagens, muitas para o exterior.
Segundo a PF, os destinos incluíram cidades como Dubai, Paris e Lisboa, o que, aliado à compra de artigos de luxo, configura um “volume atípico” para seu perfil financeiro. Cecília é apontada como presidente de fachada de associações que aplicaram golpes em aposentados e pensionistas.
O relatório também destaca que, nas viagens, Cecília era acompanhada por pessoas ligadas às entidades investigadas, algumas delas com “muitos volumes de bagagem”. Esses acompanhantes aparecem como beneficiários de transferências suspeitas, incluindo uma de R$ 400 mil.

