A nomeação de Sandro Magalhães para a direção da Fundação Pedro Calmon, publicada nesta terça-feira (26) no Diário Oficial do Estado, inviabilizou sua candidatura à sucessão de Éden Valadares na presidência do PT. Como o estatuto do partido impede que o presidente ocupe cargo público, a indicação foi vista como uma compensação pela retirada de seu nome da disputa.
Com a saída do nome ligado ao grupo da situação, cresce a articulação para que o ex-prefeito de Amargosa, Júlio Pinheiro, seja o candidato de consenso à presidência do PT, unindo aliados de Éden e a oposição. Ele teria, inclusive, recebido um apelo do governador Jerônimo Rodrigues (PT), que busca pacificar a sigla para evitar dificuldades na sucessão estadual de 2026.

