O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu cinco dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se posicionar sobre o pedido de revogação da prisão do general Walter Braga Netto. O pedido é realizado a três dias do julgamento do núcleo 1 da trama golpista.
A defesa argumenta que não há justificativa para manter a medida mais severa contra o ex-ministro da Defesa e ex-candidato a vice de Jair Bolsonaro (PL), preso desde dezembro por decisão de Moraes. O general é acusado de interferir na delação de Mauro Cid e de atuar como articulador do plano golpista para impedir a posse de Lula.
Este é o terceiro pedido de soltura apresentado pelos advogados. Os dois anteriores foram negados pela PGR e pelo próprio ministro.

