O julgamento que pode cassar o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), revelou detalhes de um suposto esquema para viabilizar sua reeleição em 2022.
Segundo o relatório do vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na terça-feira (4), mais de R$ 519 milhões foram desviados para pagar 27 mil cabos eleitorais clandestinos — valor quase 30 vezes superior ao limite legal de R$ 17,7 milhões para o primeiro turno.
Os recursos teriam sido retirados das folhas de pagamento secretas da CEPERJ e da UERJ.

