O governo federal tem articulado o repasse de ao menos R$ 3 bilhões em verbas do Ministério da Saúde com base em critérios políticos, priorizando parlamentares aliados. A informação foi divulgada pelo portal UOL nesta sexta-feira (17).
De acordo com informação divulgada pelo portal UOL nesta sexta-feira (17), o modelo lembra o “orçamento secreto” da gestão Bolsonaro e tem sido tratado como um “extra” para fortalecer a base do governo no Congresso. O Ministério da Saúde orientou prefeitos a registrarem seus pedidos de recursos digitalmente, sem citar o parlamentar responsável, o que garantiria acesso apenas aos aliados do Planalto.
Na Câmara, a organização dos repasses ficará a cargo de Mariângela Fialex, assessora parlamentar da pasta que também atuou no governo anterior. No Senado, a coordenação será feita por Ana Paula Magalhães Lima, chefe de gabinete do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).

