O procurador-geral da República, Paulo Gonet, arquivou os pedidos de investigação apresentados por parlamentares da oposição contra a primeira-dama Rosângela da Silva, conhecida como Janja. Em sua decisão, Gonet argumentou que não há “elementos informativos mínimos que indiquem suficientemente a realidade de ilícito cível ou penal” que justifiquem uma ação do Ministério Público.
Gonet também afirmou que a presença de Janja em eventos oficiais não configura ingerência indevida na administração pública nem compromete a soberania nacional. Segundo ele, é prerrogativa do presidente da República delegar ao cônjuge atos protocolares, desde que isso contribua para “melhores resultados diplomáticos”.

