A vereadora Eliete Paraguassu (PSOL) respondeu, nesta terça-feira (12), na Câmara Municipal de Salvador, às acusações de agressão, transfobia e perseguição a moradores da Ilha de Maré. Na tribuna, Eliete negou a existência de processos movidos contra o seu mandato.
“Eu preciso dizer que não estou sabendo de nenhuma ação contra mim, fiquei sabendo ontem. Eu queria reafirmar que o mandato popular das águas tem uma função. Eu acho que esse espaço não é para a gente ficar se defendendo. O mandato tem sete meses de atuação e já implementou vários projetos de lei”, afirmou.
O posicionamento ocorre após acusação feita pela líder comunitária e quilombola de Ilha de Maré, Luana do Brasil, na última segunda (11). “Viemos aqui hoje porque são muitos os ataques aos pescadores da Ilha de Maré. Se você não concorda com a vereadora, que defende o ‘mandato das águas’, ela persegue, coage e a comunidade está cansada. Praticamente todos os dias, oficiais de Justiça estão lá por acusações infundadas. Ela alega que os pescadores invadiram a casa dela para agredir sua mãe e sua família. E isso não aconteceu”, disse Luana.
Eliete classificou as queixas como “ataques” e relatou estar conduzindo a situação com tranquilidade. “São pessoas que têm decisão política e que fazem na cidade de Salvador as escolhas certas para mandatos que vão representar o povo. Então, eu queria dizer que estou muito tranquila pelos ataques que foram cerceados aqui. E eu estou muito tranquila porque esses ataques vêm sendo coordenados desde 2020.”
Veja a denúncia de Luana Brasil abaixo:
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