A Comissão de Anistia reconheceu por unanimidade a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) como anistiada política, em razão das perseguições e torturas sofridas durante a ditadura militar. Além disso, aprovou o pagamento de uma indenização no valor de R$ 100 mil como forma de reparação.
O pedido de anistia, protocolado em 2002, foi retomado após Dilma deixar cargos públicos e chegou a ser negado durante o governo Bolsonaro. A decisão de 2025 reconhece oficialmente as violações cometidas contra ela, reforçando o papel da anistia como instrumento de justiça e reconstrução democrática.

