O advogado de Alexandre Ramagem (PL-RJ), Paulo Renato Garcia Cintra, disse que as alegações finais da PGR no processo sobre a trama golpista de 8 de janeiro contêm um “grave equívoco”.
Segundo a defesa, documentos anexados sobre a criação de um grupo para avaliar a segurança das urnas eram apenas anotações e “jamais saíram do papel”. Cintra atribuiu o erro ao volume do relatório — 1.125 páginas — e ao pouco tempo para análise, e contestou a referência a um log do sistema “First Mile” de 15/5/2019, quando Ramagem ainda não dirigia a Abin.
A Primeira Turma do STF (Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Luiz Fux e Cármen Lúcia) julga o núcleo central do caso.

