O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu manter a prisão preventiva do deputado federal Binho Galinha (PRD), detido na sala do Estado-Maior da Mata Escura, em Salvador. A decisão, proferida na última quarta-feira (8) pelo ministro Herman Benjamin, negou o habeas corpus solicitado pela defesa do parlamentar.
Segundo o magistrado, não houve alteração nos fundamentos que motivaram a prisão, decretada em 1º de outubro, destacando a gravidade dos crimes e o risco de interferência nas investigações conduzidas pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA).
A defesa do deputado, liderada por Gamil Foppel, argumenta que a prisão é inconstitucional, já que não ocorreu em flagrante e que não há previsão de prisão preventiva para parlamentares.
Binho Galinha é acusado de liderar uma organização criminosa investigada por lavagem de dinheiro, agiotagem e envolvimento com o tráfico de drogas.

