Nesta quarta-feira, os mercados globais voltam suas atenções para a chamada “superquarta”, quando o Federal Reserve (Fed) e o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil definem suas respectivas taxas de juros. A expectativa é de que o Fed mantenha os juros entre 4,25% e 4,50%, enquanto no Brasil persiste a incerteza sobre o fim do ciclo de aperto monetário.
Nos Estados Unidos, apesar da elevação nas expectativas de inflação dos consumidores, os principais indicadores de preços — como o CPI e o PCE — seguem abaixo das projeções, o que justifica a postura mais cautelosa do Fed. Já no Brasil, a decisão do Copom será acompanhada de perto por investidores e analistas, que divergem sobre a conveniência de interromper os cortes na Selic diante de um cenário fiscal ainda desafiador.

