O Ministério Público Federal (MPF) decidiu não recorrer da decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) que concedeu prisão humanitária ao ex-deputado Roberto Jefferson, após ataques a policiais federais em 2022. Com a abstenção, o caso transitou em julgamento.
A medida foi tomada com base no estado de saúde do ex-parlamentar, abrindo caminho para que a defesa do ex-deputado pressione o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na análise de um pedido de prisão domiciliar
A decisão do TRF-2, proferida há cerca de um mês, atendeu a um habeas corpus apresentado pela defesa de Jefferson. Antes disso, o MPF havia se manifestado contra a liberdade, mas concordou que o hospital era o local mais adequado para seu tratamento e, por isso, optou por não recorrer. Ele segue internado desde 2023 em um hospital particular no Rio de Janeiro.

